Speros Demetrios Athans (1883-1969)

Biografia

Speros Demetrios Athans (nascido em 10 de outubro de 1883, Turquia; falecido em (?) de julho de 1969, em Tucson, Arizona, Estados Unidos) foi criado na Igreja Ortodoxa Grega. Aos 15 anos de idade, após a morte de seu pai, saiu de casa e viveu uma longa jornada pelo mundo.

Ficou dois anos na ilha de Corfu, na Grécia, e depois, mais dois no Egito. Após morar na “terra dos faraós”, migrou para a Grã-Bretanha, onde trabalhou como marinheiro. Em 1903, Speros migrou para os Estados Unidos e, durante o processo de imigração, alguém lhe deu um Novo Testamento em grego. Um ano depois, ele se juntou a uma Igreja do Nazareno em Chicago, Illinois .

Athans então se matriculou em uma escola bíblica e também numa universidade. Enquanto estudava na Califórnia, começou a estudar espanhol e a trabalhar com a comunidade latina. Em 1910, ele decidiu trabalhar na evangelização. Em 1931, juntou-se ao trabalho missionário metodista na América Latina, aposentando-se em 1949.1 Ele era casado com Rueava Danner Athans (1889-1980) e pai de dois filhos: Paul e Robert.2

Além de sua contribuição evangelística, Athans contribuiu com um grande legado na área musical, hora traduzindo e escrevendo hinos em espanhol, hora editando hinários.3 Inspirado em Thomas Ball Barratt (1862-1940) escreveu o belíssimo hino “¡Alégrate, Oh Alma Feliz!”, que foi traduzido por Antonio de Azeredo Coutinho (1936-2001) e publicado no Hinário Favoritos Evangélicos, volume 1, 1977.

Texto escrito em 18 de janeiro de 2026,

 por Gabriel Francisco da Silva Santana

(colaborador do site Hinologia Cristã).

Usado com permissão.

Copyright © 2026 de Gabriel Francisco da Silva Santana

Notas de rodapé:

  1. Disponível em: http://www.hymntime.com/tch/bio/a/t/h/a/athans_sd.htm Acesso em 18 de janeiro de 2026. ↩︎
  2. Disponível em: https://pt.findagrave.com/memorial/118150858/speros-demetrios-athans Acesso em 18 de janeiro de 2026. ↩︎
  3. Pode-se citar: “Cantos de Alabanza, Pureza e Poder” (1922); “Melodias Evangélicas” (1936); e “Hosana” (1950). ↩︎

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