Samuel Kerr

Samuel Kerr

Samuel Moraes Kerr nasceu em 05/05/1935 na cidade de São Paulo/SP.

Diretor da Escola Municipal de Música, em São Paulo, de 1971 a 1975; Professor de Regência Coral no Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da USP em 1974 e 1975; diretor do Movimento Coral do Estado de São Paulo, em 1983 e 1984; coordenador e Diretor Artístico da Área de Música do Sesc Vila nova, de 1984 a 1987; professor de Regência Coral no Instituto de Artes da UNESP de 1977 a 2005; curador de Música das Casas de Cultura e Cidadania da AES/Eletropaulo (2008-2010); professor dos Painéis Funarte de Regência Coral 2007- 2013; curador da Sala das Artes Paulistanas no IHGSP de 2013 até o presente momento (2015). Além disso foi regente de diversos e prestigiados corais, como por exemplo: 3a Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo; Coral da UNESP; Madrigal “Psychophármacon”; Coral Paulistano; Convidado da Camerata Antiqua de Curitiba; Coral da Osesp; Coral Pro Música de Goiânia; Orquestra Sinfônica Jovem Municipal de São Paulo. Também foi organista da Igreja Presbiteriana Unida de São Paulo, de 1955 a 1960, da Fábrica de Órgãos WHINNER, de 1960 a 1964 e membro da Associação Brasileira de Organistas ABO. Participou também como assessor musical para o Projeto “Parque da Grota” de reurbanização da Bela Vista, do Arquiteto Paulo Mendes da Rocha, em 1974. Atuou como vice-Presidente da Associação Brasileira de Regentes Corais (1999-2001) e do Conselho de Administração do Departamento de Cultura da Associação Santa Marcelina. Foi conselheiro da Associação Evangélica Beneficente AEB e da Sociedade Evangélica de Música Sacra SOEMUS. Samuel Kerr é bacharel em Composição e Regência pela Faculdade de Música e Educação Artística do Instituto Musical de São Paulo e mestre em Artes pelo Instituto de Artes da UNESP.

Sua dissertação de mestrado “A história da atividade musical na Igreja Presbiteriana Unida de São Paulo: uma fisionomia possível” está disponível neste site.

A História da Atividade Musical na Igreja Presbiteriana Unida de São Paulo – Uma fisionomia Possível – Samuel Kerr

Fonte: O Colaborador

 

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