Charles Wesley

Biografia

Charles Wesley (1707-1788)

Charles Wesley

Não se pode subestimar a importância de Charles Wesley na história do movimento metodista. É certo que havia significativas diferenças entre os irmãos John e Charles: de temperamento, em relação à avaliação dos pregadores leigos e, sobretudo, quanto ao relacionamento com a Igreja da Inglaterra. Charles colocava sempre em primeiro lugar, a Igreja estabelecida, e John, o metodismo, ainda que ambos se opusessem fortemente à separação.

No entanto, o vínculo entre eles, em termos de propósitos, ação, experiência religiosa, concepções teológicas e, naturalmente, afeição, é tão forte que se torna impossível falar de um sem mencionar o outro. Foi Charles quem fundou o clube santo e, três dias antes do irmão, experimentou a mudança que Deus opera no coração pela fé em Cristo. Como John, ele também foi um pregador itinerante incansável, mesmo que, depois de 1756, tenha concentrado suas atividades em Bristol e Londres. Porém, sem dúvida, a sua maior contribuição situa-se no campo da hinódia. São-lhe atribuídos hoje, para falarmos em números redondos, 9.000 hinos e poemas sacros (a exatidão nesse ponto será sempre objeto de discussão!). De qualquer modo, é difícil imaginar o desenvolvimento e a expansão do metodismo sem a força dos seus cânticos. Não obstante, o lugar de Charles na história metodista nem sempre têm sido suficientemente reconhecido. É verdade que as comemorações do 3º centenário do seu nascimento, em 2007, abriram um novo capítulo no estudo de sua valiosa herança, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido. Nesse trajeto, a presente cronologia pode servir de auxílio para a pesquisa e roteiro para posterior aprofundamento. Porém, reúne informações básicas que atendem a quem pouco conhece sobre a vida e a obra deste teólogo poeta.

Ano Principais Eventos
1707 Charles Wesley nasce no dia 18 de dezembro, em Epworth, Lincolnshire, o décimo oitavo filho do casal Samuel e Susanna Wesley.
1709 Em 09 de fevereiro, um incêndio destrói a casa paroquial, em Epworth, mas, felizmente, todos se salvam. Por um período, as crianças são abrigadas com diversas famílias.
1716
  • Charles Wesley é admitido na Westminster School, em Londres, onde seu irmão mais velho, Samuel, era professor assistente.
  • Não se sabe exatamente quando, porém antes de ir para Oxford, um rico e distante parente da Irlanda, chamado Garrett Wesley, ofereceu a Charles a oportunidade de adotá-lo como seu herdeiro, oferta que, depois de considerar atentamente, recusou. O eventual herdeiro, Richard Colley, tornou-se avô do Duque de Wellington, Arthur Wellesley (Wesley, originalmente).
1727
  • Charles ingressa no Christ Church, Universidade de Oxford, seguindo os passos do irmão John que fora admitido no ano de 1720.
  • À época, não se destacou pela sua piedade ou seriedade. Antes, deixou-se levar pelo ambiente mais liberal da universidade, o que lhe valeu a desaprovação de John, a quem retrucou: “O quê! Você quer que eu seja santo de uma vez?”.
1729 Em pouco tempo, a situação era outra, como, anos depois, o próprio Charles Wesley relembra: “A diligência me conduziu para o pensamento sério. Eu participava do Sacramento semanalmente e persuadi dois ou três jovens estudantes a me acompanharem, e observarem o método de estudo prescrito pelos estatutos da Universidade. Isso me valeu o inocente apelido de metodista”. Tal foi a origem do Clube Santo. John Wesley que, após o seu retorno a Oxford, assumiria a liderança do grupo, considera que este foi o primeiro começo do metodismo.
1735
  • No dia 25 de abril, falece Samuel Wesley, seu pai, aos 72 anos de idade.
  • Apresentado aos irmãos Wesley, George Whitefield se junta ao Clube Santo.
  • Charles é ordenado diácono no dia 22 de setembro, em Oxford, e presbítero uma semana dias depois, em Londres.
  • Acompanhando o General James Oglethorpe, John e Charles embarcam para a Geórgia, em 14 de outubro. Já a bordo do Simmonds, conhecem os irmãos morávios que também planejavam estabelecer-se na América e ficam impressionados com a sua fé e piedade.
1736
  • John e Charles chegam a Savannah no dia 06 de fevereiro. Enquanto caberia a John o cuidado pastoral dos colonos, Charles serviria como secretário particular do General Oglethorpe.
  • Problemas de saúde, tensões com Oglethorpe, certa desilusão com a experiência no novo mundo, entre outros fatores, pesaram na decisão de Charles retornar para a Inglaterra em 03 de dezembro, praticamente dez meses depois de sua chegada.
  • John permaneceria na América por mais um ano e, apesar da avaliação crítica, descreveria a experiência na Geórgia como o 2º começo do metodismo.
1737
  • De volta à Inglaterra, Charles mantém contatos com os morávios, em particular com o Conde Nicolaus Ludwig von Zinzendorf, que se encontrava em Londres, cuidando de questões relativas à colônia dos morávios na Geórgia, e com Peter Böhler, a quem ensina inglês e escuta com atenção sobre a salvação somente pela fé.
  • Em dezembro é a vez de John deixar a colônia na América e regressar à Inglaterra.
1738
  • Fundação da Sociedade Fetter Lane, em 01 de maio.
  • Em 21 de maio, ocorre a conversão evangélica de Charles Wesley. Enfermo, com pleurisia, e em crise espiritual, Charles encontra-se na casa de John Bray a quem descreve como “um mecânico pobre e ignorante, que nada conhece a não ser Cristo; embora, por conhecê-lo, conhece e discerne todas as coisas”. Nesse singelo ambiente, a leitura do comentário de Lutero aos Gálatas o instrui sobre o viver pela fé. Na noite anterior, ouvira provavelmente a voz da irmã de Bray, dizendo: “em nome de Jesus de Nazaré, levanta e crê, e você será curado de todas as suas enfermidades”. Na manhã seguinte, domingo de Pentecostes, escreveu: “Eu agora me encontrava em paz com Deus e me regozijava na esperança do amor de Cristo”, três dias antes da mais bem conhecida experiência de John Wesley.
  • Nessa ocasião, compõe o seu primeiro hino: “De onde minha alma errante começará?” (Where shall my wondering soul begin?).
  • Em 24 de maio, seu irmão John vive experiência semelhante quando sente o seu “coração estranhamente aquecido”, durante reunião na Aldersgate Street.
  • Ambos os irmãos não tardam em compartilhar sua experiência, alcançando outras pessoas com a mensagem da salvação pela fé. Charles, em particular, torna-se ativo em visitar prisões, ministério que abraça durante toda a sua vida.
  • Em julho, Charles se torna pároco auxiliar de George Stonehouse, vicário de Santa Maria de Islington e um dos primeiros convertidos à mensagem evangélica. Esta foi a sua única nomeação para o trabalho paroquial, no qual permanece por pouco mais de seis meses. Havia grande resistência à pregação dos irmãos Wesley na Igreja da Inglaterra.
1739
  • Aos poucos, os irmãos Wesley são impedidos de pregar nos púlpitos das igrejas.
  • Em 02 de abril, estimulado por Whitefield, John vence os seus próprios preconceitos e prega, pela primeira vez, ao ar livre na cidade de Bristol.
  • Charles escreve um poema com dezessete versos em comemoração ao primeiro ano de sua experiência religiosa. O sétimo contém a conhecida frase: “Oh! Mil línguas eu quisera ter para cantar louvores ao meu grande Redentor!”.
  • No dia 29 de maio, Charles inicia sua carreira como pregador ao ar livre. Em 24 de junho, prega em Moorfields, Londres, para uma multidão que ele estima em dez mil pessoas. Tal fato pôs por terra seus últimos escrúpulos quanto a essa modalidade de pregação. Ele não teve dúvidas de que essa “era a vontade de Deus” em relação a ele.
  • Como John, Charles torna-se bastante ativo no ministério itinerante, pelo menos, até 1756, quando reduz suas viagens.
  • Em 06 de novembro, falece Samuel Wesley, o irmão mais velho, com 49 anos.
  • Em 11 de novembro, celebra-se o primeiro culto na Fundição que se tornaria o primeiro centro genuinamente metodista na cidade de Londres.
  • Nesse ano, publica-se o primeiro hinário sob o título Hinos e Poemas Sacros.
1740
  • Os irmãos Wesley deixam a Sociedade Fetter Lane rompendo definitivamente com os morávios.
  • Provavelmente nesse ano, metodista aderem à pregação leiga.
1741
  • No calor da polêmica com os calvinistas em torno do decreto da predestinação, Charles publica seus Hinos sobre o Eterno Amor de Deus, em que afirma categoricamente que “Por todos, por todos, meu Salvador morreu”. É bom lembrar que, quinze anos depois, escreveu para Whitefield reconciliando-se: “a disputa havia passado, e amigos no começo eram novamente amigos no fim”. Apesar das diferenças, a comunhão fraterna foi vitoriosa!
1742
  • Em 04 de abril, perante a Universidade de Oxford, Charles prega o conhecido sermão “Desperta, tu que dormes”, inserido entre os Sermões de Wesley (nº 3).
  • Em 23 de julho, falece Susanna, sua mãe, aos 73 anos.
1744
  • Charles participa da primeira Conferência Metodista.
  • Os metodistas enfrentaram muitas vezes a hostilidade e a violência de turbas estimuladas por clérigos e nobres de diversas localidades, sem perder a firmeza e a coragem. Charles escreveu: “Muitas águas não poderão apagar esta pequena chama que o Senhor acendeu, nem a enxurrada da perseguição a afogará”. Ele procurou encorajar os metodistas a olharem para o Deus soberano e não descuidarem da tarefa de proclamarem a grande salvação, com a publicação de seus Hinos para Tempos de Dificuldade e Perseguição.
1745
  • São publicados seus Hinos sobre a Ceia do Senhor e os Hinos para a Natividade de Nosso Senhor.
1746
  • Novas publicações, entre as quais se destacam: Hinos para a Ressurreição de nosso Senhor; Hinos para a Ascensão; Hinos de Petição e Ação de Graças pela Promessa do Pai; Hinos para a Trindade; Hinos para Funerais; Hinos para o Culto de Vigília; Hinos para Crianças.

Quando em casa descanso – (When quiet in my house I sit)

1747
  • Publicam-se os Hinos para aqueles que buscam e aqueles que têm redenção e Hinos e Poemas Sacros.
1749
  • Charles publica, em dois volumes, a obra Hinos e Poemas Sacros, com 455 novas composições incluindo o maior número de seus melhores hinos.
  • Charles casa-se com Sarah [Sally] Gwynne no dia 08 de abril, na Igreja de Llanlleonfel, Brecton, Pais de Gales, em cerimônia presidida por seu irmão. Charles conhecera a noiva, quase dezenove anos mais jovem, durante as suas viagens missionárias, quando fora hospedado pela família que havia abraçado o evangelho por meio da pregação metodista. John temia que a união pudesse refrear a dedicação do irmão à missão evangelística. A mãe da moça se preocupava com a estabilidade financeira do pregador itinerante.
  • Vencidas as barreiras, o casal formou uma família harmoniosa e feliz, quase uma exceção entre os irmãos e irmãs Wesley, incluindo especialmente John. De seus oito filhos, apenas três sobreviveram: Charles Jr., Sarah e Samuel. Desde 01 de setembro, Charles e Sally fixam residência em Bristol.
  • Charles, ao contrário do receava John, continuou a viajar, algumas vezes, acompanhado pela esposa Sally.
1750
  • Em março, um terremoto causa pânico em Londres. Charles prega o sermão: “A causa e a cura dos terremotos”, que aparece nas Obras de Wesley editadas por Jackson sob o número 129.
  • Publicam-se os Hinos ocasionados pelo terremoto e Hinos para o Dia de Ano Novo.
1751
  •  John se casa com Ms. Vazeille, em 18 de fevereiro, apesar da desaprovação de Charles à união.
1754
  • Sarah é acometida pela varíola, que lhe desfigura o rosto.
1755
  •  Preocupado com as fortes tendências separatistas dentro do movimento metodista, Charles, em correspondência o irmão John, escreveu o seguinte poema:

Quando, no início, fomos enviados para ministrar a palavra, Pergunto: pregamos a nós mesmos ou a Cristo, o Senhor?

Era nosso alvo arranjar discípulos,

Formar um partido, ou fundar uma seita?

1756
  • Na Conferência de 1756, Charles declara: “Meu irmão e eu terminamos a Conferência com uma declaração enérgica de nossa resolução de viver e morrer na comunhão da Igreja da Inglaterra”.
  • Nesse ano, Charles reduz suas viagens de longa distância, concentrando-se mais no eixo Bristol – Londres, e encerrando, por assim dizer, a sua carreira como itinerante.
1757
  •  Em 11 de dezembro, nasce o seu filho Charles Jr. que, desde pequeno, revelou grandes dotes musicais e se tornou um organista bem conhecido. Jamais se casou.
1758
  • São publicados os Hinos de Intercessão por toda a humanidade.
1759
  • Em 01 de abril, nasce a filha Sarah, que também permanecerá solteira. Junto com a mãe, será testemunha das últimas palavras do famoso tio, no leito de morte: “O melhor de tudo é que Deus está conosco!”.
1761
  • Publicam-se os Hinos para quem Cristo é tudo em todos.
1762
  • Charles faz publicar uma de suas mais amplas contribuições para a hinologia, os dois volumes de Breves Hinos sobre Passagens Selecionadas das Escrituras, com 2030 novas composições.

1763
  • Publicam-se os Hinos para Crianças.
1766
  • Em 24 de fevereiro, nasce o filho Samuel, que também herdou o talento musical do pai, tornando-se musicista e compositor bastante admirado em seu tempo. Cartas de John Wesley, endereçadas a ele, revelam a sua preocupação com a vida religiosa do sobrinho que, em 1784, se converte ao catolicismo. Para o tio, não se trata de uma questão de opiniões: “Não me interessa se és desta igreja ou daquela; podes ser condenado em qualquer uma das duas”. O que importa é ser nascido de novo, isto é, ser renovado segundo a imagem de Deus (cf. Carta de 19 de agosto de 1784). Alguns anos depois, ele deixa a Igreja Católica, mas, ao que parece, mostra-se indiferente à religião (Carta de 1790). Por fim, em sua biografia sobre Charles Wesley, Telford sugere que Samuel morreu na fé de seu pai e de seu tio.
1767
  • Charles publica Hinos para Uso das Famílias e Hinos sobre a Trindade.
1771
  • Charles e família fixam residência na cidade de Londres. O seu ministério é desenvolvido na Fundição e nas prisões e, a partir de 1778, na Capela Wesley.
1778
  • Em 01 de novembro, é inaugurada a Capela Wesley na City Road, Londres.
1780
  • Em função da urgente necessidade de um hinário para uso nas sociedades metodistas, John organiza Uma Coleção de Hinos para o Uso do Povo Chamado Metodista, com 525 hinos, dos quais, pelo menos 480 são de autoria de Charles. Em seu prefácio, John escreve: “… esse livro é, com efeito, um pequeno corpo de teologia experimental e prática”.
  • Publicam-se os Hinos escritos no Tempo dos Tumultos (Junho, 1780).
1782  São publicados os Hinos para o Jejum Nacional e Hinos para a Nação (Partes I e II).
1784
  • John Wesley faz ordenações para a América. Tão logo toma conhecimento do fato, Charles se opõe vigorosamente à iniciativa, satirizando-a de forma poética:

Os bispos são feitos com tanta facilidade Pelo capricho de homem ou mulher?

[W]esley impôs suas mãos sobre [C]oke,

Mas quem impôs as suas mãos sobre ele?

  • Publica a Coleção de Salmos e Hinos para o Dia do Senhor.
1785
  • A preocupação constante de Charles Wesley com os prisioneiros se expressa em uma de suas últimas obras poéticas, intitulada Orações para Malfeitores Condenados.
  • É publicado o Hinário de Bolso para o Uso de Cristãos de todas as denominações.
1788
  • Aos 80 anos, Charles falece no dia 29 de março. Poucos dias antes, ele havia ditado seu último poema à esposa:

Na velhice e em extrema debilidade, Quem redimirá um verme pecador?

Jesus, Tu és minha única esperança, A força de minha frágil carne e coração. Oh! Que eu possa cativar um sorriso teu, E entrar na eternidade!

  • No dia 05 de abril, Charles é sepultado no cemitério da Igreja em Marylebone.
1791
  • John Wesley falece em 02 de março, aos 87 anos de idade.
1822
  • No dia 28 de dezembro, falece Sarah, sua esposa, aos 96 anos de idade.
1828
  • Em 19 de setembro, a sua filha Sarah falece, aos 69 anos de idade.
1834
  • Com 76 anos, morre o seu filho Charles Jr., aos 23 dias de março.
1837
  • Morre o seu filho Samuel, em 11 de outubro, com 71 anos.
1995
  • Em reconhecimento à contribuição de Charles Wesley para a hinologia cristã, a Gospel Music Association (EUA) insere o seu nome no Hall da Fama da Música Evangélica.
  • Certamente, mesmo antes disso, o nome de Charles Wesley figurava entre os mais expressivos da hinódia em língua inglesa. A sua importância ficou registrada nas palavras de John Fletcher (1729-1785): “Uma das maiores bênçãos com que Deus agraciou os metodistas, depois da Bíblia, são suas coleções de hinos”.

BIBLIOGRAFIA SELECIONADA

BAKER, Frank. Charles Wesley’s Verse. London: Epworth Press, 1988 (2ª edição).

FUNSTON, John Wesley. The Wesleys in Picture and Story: an illustrated history of the life and times of John Wesley and Charles Wesley. Oak Park, Illinois: Kable Brothers Company, 1939.

HEITZENRATER, Richard P. Wesley e o Povo Chamado Metodista. São Bernardo do Campo & São Paulo: Editeo & Editora Cedro, 2006 (2ª edição).

http://en.wikipedia.org/wiki/Charles_Wesley http://wesley.nnu.edu/charles_wesley/index.htm

LOFTHOUSE, W. H. “Charles Wesley”. In: DAVIES, Rupert & RUPP, Gordon. A History of the Methodist Church in Great Britain. London: Epworth Press, 1965, p. 113-144.

PELLOWE, Susan (editor). A Wesley Family Book of Days. Chicago, Illinois: Renard Productions, 2002.

RACK, Henry D. Reasonable Enthusiast: John Wesley and the Rise of Methodism. London: Epworth Press, 2002.

TABRAHAM, Barrie. The Making of Methodism. London: Epworth, 1995.

TABRAHAM, Barrie. Brother Charles: Vida e Obra de Charles Wesley. São Bernardo do Campo: EDITEO, 2017.

TELFORD, John. The Life of the Rev. Charles Wesley, M.A., sometime student of Christ Church, Oxford. London: Wesleyan Methodist Book Room, 1900.

The Hymn Makers – Charles Wesley – Vol. 1 Love Divine conducted by Paul Leddington Wright with St Michael’s Singers. Lottbridge Drove, UK: Kingsway Music, 1994 (Audio CD).

The Hymn Makers – Charles Wesley – Vol. 2: Ye Servants of God conducted by Paul Leddington Wright with St Michael’s Singers. Lottbridge Drove, UK: Kingsway Music, 1996 (Audio CD).

Texto publicado no Anuário Litúrgico 2007. São Bernardo do Campo: EDITEO, 2007, p. 2129; e reeditado em 300 Anos de Charles Wesley (1707-1788). São Bernardo do Campo:

EDITEO, 2008, p. 19-27. Revisto e atualizado para a presente publicação.

Dr. José Carlos de Souza

© 2022 de José Carlos de Souza – Usado com permissão

Recomendado pelo site Hinologia Cristã:

Os Wesleys e o Canto Congregacional – Rolando de Nassau

(1707-1788)

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